Muitas coisas foram superadas. Algumas profissões passaram ao desuso. Muitas fontes de renda ficaram extintas. Aconteceu com os videocassetes que foram substituídos pelos Dvd e estes o serão talvez pelos chips de memória, os quais poderão conter até 2 TB de conteúdo. Antes os filmes poderiam ser compactados em diferentes formatos (RMVB, AVI, TS, etc). Nos transitórios Dvd de face simples (4,7 GB) era necessário usar 1 ou 2 para gravar um filme. Depois apareceram os de dupla camada com o dobro da capacidade, mas custavam muito caros e ficaram obsoletos antes de terem uma grande difusão. As videolocadoras poderão estar sendo substituídas pela internet rápida, onde poderemos ver filmes sem sair de casa. É questão de tempo (e preço) ou de meter a cabeça num buraco e esperar para ver.
Nas mundo das máquinas fotográficas, a Sony usa cartões de memória especiais que não servem nas outras. O mesmo com seu cabo USB, sua bateria e seu carregador e por isso seus vendedores cobram o que quizer dos clientes menos avisados. Mas os clientes se darão conta ao descobrir que fortes concorrentes como a Nikon passou a usar cartões de memória SD, que são mais baratos e podem sem encontrados mais facilmente além de poder ser compartilhados com equipamentos de outras marcas.
Ao comprar um aparelho eletrônico recomendo que gaste alguns minutos consultando os forums especializados pela internet. Em máquinas fotográficas, os profissionais e amadores exigentes podem escolher a Nikon ou a Canon, que serão grandes concorrentes para a Sony. A diferença é que as máquinas profissionais permitem lentes intercambiáveis e adaptadores de sapata para Flash de maior capacidade. Os visores cada vez maiores e de melhor resolução.
À medida que dispormos de armazenamentos de maior capacidade, maior resolução poderemos ter e, quem sabe estaremos preparados para imagens holográficas ou uma imagem ideal em 3D.
Veja em http://videolog.uol.com.br/video.php?id=158524 fala da capacidade do blu ray = 50 gb, mas a tdk conseguiu produzir o disco blu ray com 200 gb, mais seguro , difícil de perder dados e muito mais resistente. Mas ainda está muito aquém dos chips de 2 TB, como mostrei numa postagem anterior, neste blog.
Mas a comunicação entre grande número de computadores ainda é e será por muito tempo a internet que, no Brasil é famosa por ser lenta e cara. Mas nada como a concorrência para arrumar as coisas. É como diz aquele ditado: “Com o andar da carroça, se acomodam os mogangos”.
Por diversos anos dei assessoria em informática. Eu e meus clientes usávamos a Brasil Telecom (time da brturbo), que dispunha de uma ouvidoria que não ouvia e não respondia às reclamações e sugestões de seus clientes. Por sorte, aqui em Pelotas apareceu uma concorrente – a GVT, que entrega um sinal por cabo de fibra ótica até o poste de chegada em nossa residência – com maior rapitez e com a garantia de que a velocidade não diminuiria pelo uso simultâneo de muitos vizinhos ou usuários. E com a vantagem de se pagar uma menor mensalidade. Podemos escolher por exemplo 2 GB (300 kbps), 15 ou mais GB.
Infelizmente muitas cidade não possuem escolha e só podem engolir a brturbo. Veja em http://www.gvt.com.br/portal/home/index_cidades.jsp se sua localidade tem a GVT e investigue os preços. Assim poderá economizar muito até na conta de telefone.


